domingo, 28 de agosto de 2016

Ciclo menstrual e período fértil...Você conhece seu corpo??

Sempre que inicio um grupo de planejamento familiar eu pergunto:

Qual é o período fértil da mulher??

E, não raro escuto como resposta: "Os dias que antecedem a menstruação e logo após a mesma" !!!

Você sabe a resposta certa?

Por isso resolvi escrever sobre o assunto. Hoje, muitas meninas jovens acabam engravidando por não conhecerem o seu próprio corpo, por não receberem a orientação correta, ou como também já observei por receberem a orientação errada!!!

Então de forma simples e objetivo vou procurar explicar como funciona o corpo feminino.



A mulher internamente possui: 
  • 1 Útero
  • 1 Vagina
  • 2 Ovários 
  • 2 Trompas de Falópio ou Tuba uterina.

Externamente possui:
  • Clítoris
  • Pequenos lábios
  • Grandes lábios
  • Orifício uretral (por onde sai a urina)
  • Orifício vaginal  
  • Anus



O vídeo abaixo mostra a ovulação, a fecundação e a nidação (quando o óvulo fecundado se prende na parede uterina - miométrio) - início da gravidez



Uma vez por mês, a partir da menarca (primeira menstruação), um óvulo amadurece e saí do ovário em direção a tuba uterina, sendo que pode ser um mês do ovário direito e no outro do ovário esquerdo.

Se nos 3 dias que antecedem este fato e nos 2 dias após você tiver uma relação sexual sem proteção (digo aqui, sem camisinha), pode ocorrer a fecundação deste óvulo que se desprendeu do ovário e encontrou os milhões de espermatozoides presentes no sêmen masculino.

Apenas 1 espermatozoide fecundará o óvulo. E, assim uma gestação se inicia.

Porém, quando mesmo acontece a ovulação???


A ovulação acontece 14 dias ANTES de você menstruar. Isso mesmo!!! Sempre ocorre antes de você menstruar. Se você não ovular, você não vai menstruar.




O seu ciclo menstrual pode ser regular ou irregular.
O "X" em vermelho corresponde ao primeiro dia da menstruação.

E, para saber como é seu ciclo, você precisar marcar o primeiro dia da sua menstruação em um calendário por 6 meses. Anotar sempre o primeiro dia da menstruação. E após 6 meses, ao analisar o calendário você saberá se você menstrua regularmente a cada 28 ou 30 dias, por exemplo. E se isso acontecer sempre a igual, você é uma sortuda pois seu ciclo é regular. Mas, se acontecer como no calendário abaixo...o seu ciclo é irregular e ficará muito difícil determinar o período fértil.
Porque fica difícil determinar o período fértil quando o ciclo é irregular??

Período fértil - como calcular
Porque a ovulação acontece 14 dias antes de você menstruar...e como no exemplo acima os ciclos variaram de 28 a 31 dias, a ovulação aconteceu de 14 a 17 dias após a menstruação. E em cada ciclo o período fértil foi em um período diferente.

O óvulo após ser liberado do ovário vive dentro do nosso corpo em média 48 horas e o espermatozoide vive dentro do corpo feminino em média 72 horas. Assim 3 dias antes de ovular e dois dias após a ovulação seria o nosso período fértil. No mês, são 5 dias potenciais de se engravidar, que variam de acordo com a menstruação. Porém por segurança, contamos que o não se deve ter relações sexuais  nos 5 dias antes e nos 5 dias após a ovulação.

Outro fato que indica que você está no período fértil é um pequeno corrimento, incolor, inodoro e com a consistência de uma "clara de ovo",  com característica elástica. Este método de detecção do período fértil chama-se Método Billings, ou do muco cervical.


Método Billings











Procurei abordar o tema de forma simples e didática. Se quiserem falar mais sobre o assunto enviem perguntas que se eu puder irei responder.

Espero que tenha sido útil.

Obsevação: todas as imagens foram retiradas do google imagens
http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=2129&evento=3
http://gestaodelogisticahospitalar.blogspot.com.br/2014/08/testes-de-ovulacao-de-farmacia.html
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfw1YAA/direitos-sexuais-reprodutivos-metodos-anticoncepcionais?part=3
http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=2129&evento=3

Diana

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Posições para amamentar





Este vídeo é bem interessante e mostra várias posições para amamentar o bebê.

Apenas uma ressalva quanto a amamentar deitada: não precisa se preocupar com o ouvidinho do bebê porque o leite vai direto para a garganta e não se espalha na cavidade oral como acontece com a mamadeira.

Desfrute destes momentos de prazer e amor com o seu  filho!!!!




domingo, 20 de outubro de 2013

Outubro Rosa - Bonito é cuidar de você!

Outubro Rosa o Bonito é cuidar de você!!!!


Aproveito o mês de Outubro para falar de um assunto que nos assusta, mas que é muito importante a prevenção. E, sabendo que um dos fatores de proteção é o Aleitamento Materno Exclusivo. No final da postagem estão os links para quem quiser se aprofundar no assunto. 
Diana



 O câncer de mama é o mais incidente na população feminina mundial e brasileira, excetuando-se os casos de câncer de pele não melanoma.
 Políticas públicas nessa área vêm sendo desenvolvidas no Brasil desde meados dos anos 80 e foram impulsionadas pelo Programa Viva Mulher, em 1998.
 O controle do câncer de mama foi reafirmado como prioridade no plano de fortalecimento da rede de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, lançado pela presidente da República, em 2011.
 Os principais fatores de risco para o câncer de mama estão ligados a idade, aspectos endócrinos e genéticos. 
 Idade: a incidência aumenta durante a vida da mulher, com pico na idade de 75-80 anos; mulheres com história de menarca precoce (idade da primeira menstruação menor que 12 anos) têm um risco 20% maior comparado ao de mulheres que tiveram a menarca acima dos 14 anos de idade; menopausa tardia (após os 50 anos); primeira gravidez após os 30 anos; nuliparidade e terapia de reposição hormonal pós-menopausa, principalmente se prolongada por mais de cinco anos.
 É muito raro em todos os grupos (mulheres brancas, hispânicas e afro-americanas) antes dos 25 anos de idade

Fatores de Risco
 Os aspectos endócrinos: estão relacionados principalmente ao estímulo estrogênico, seja endógeno ou exógeno, com aumento do risco quanto maior for o tempo de exposição.
 Outros fatores: incluem a exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 40 anos, a ingestão regular de bebida alcoólica, mesmo que em quantidade moderada (30g/dia), obesidade, principalmente quando o aumento de peso se dá após a menopausa e, sedentarismo. 
 História familiar: principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos, é importante fator de risco para o câncer de mama e pode indicar predisposição genética associada à presença de mutações em determinados genes. Entretanto, o câncer de mama de caráter hereditário (predisposição genética) corresponde a cerca de 5-10% do total de casos. 

Prevenção
 A prevenção primária do câncer de mama está relacionada ao controle dos fatores de risco reconhecidos.
 Os fatores hereditários e os associados ao ciclo reprodutivo da mulher não são, em princípio, passíveis de mudança, porém fatores relacionados ao estilo de vida, como obesidade pós-menopausa, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e terapia de reposição hormonal, são modificáveis.

Fatores Protetores
 A prática de atividade física e o aleitamento materno exclusivo são considerados fatores protetores.
 Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.


Detecção precoce
 O câncer de mama identificado em estágios iniciais, quando as lesões são menores de dois centímetros de diâmetro, apresenta prognóstico mais favorável e elevado percentual de cura. 
 As estratégias para a detecção precoce são: o diagnóstico precoce -  abordagem de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença -  e o rastreamento -  aplicação de teste ou exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com o objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhar as mulheres com resultados alterados para investigação e tratamento.
 Na década de 50, nos Estados Unidos, o autoexame das mamas surgiu como estratégia para diminuir o diagnóstico de tumores de mama em fase avançada.
 Ao final da década de 90, ensaios clínicos mostraram que o autoexame das mamas não reduzia a mortalidade pelo câncer de mama.
 A partir de então, diversos países passaram a adotar a estratégia de breast awareness, que significa estar alerta para a saúde das mamas.

Autopalpação
 A orientação é que a mulher realize a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem nenhuma recomendação de técnica específica, valorizando-se a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.
 É necessário que a mulher seja estimulada a procurar esclarecimento médico sempre que houver dúvida em relação aos achados da autopalpação das mamas e a participar das ações de detecção precoce do câncer de mama.


Autoexame x Autopalpação
 A autopalpação se mostrou ser mais efetiva do que o autoexame das mamas, isto é, a maior parte das mulheres com câncer de mama identificou o câncer por meio da palpação ocasional em comparação com o autoexame (aproximadamente 65% das mulheres identificam o câncer de mama ao acaso e 35% por meio do autoexame).
 Apesar de muito recomendado em campanhas de conscientização, o autoexame não é considerado tão eficaz quanto a mamografia.
Recomendações
 Ao invés de fazer um autoexame mensal, procure sentir os seios de vez em quando, no banho ou pouco antes de dormir.
 Passar por uma mamografia anual a partir dos 40 anos permanece uma recomendação forte entre especialistas da área. Para mulheres com menos de 50 anos, Levy recomenda a mamografia digital, capaz de analisar melhor seios densos.

O que é mamografia?
 A mamografia é um exame de raio-X, realizada por um equipamento chamado mamógrafo, na qual a mama é comprimida entre duas placas de acrílico para melhor visualização. Esta compressão das mamas facilita a visualizar pequenas alterações, o que permite descobrir o câncer de mama em fase inicial.
 Apesar da compressão da mama ser um pouco desagradável para algumas mulheres, é importante lembrar que ela não é perigosa para a mama. A dose de raios X utilizada nos aparelhos modernos é também muito baixa, e não deve servir de empecilho para a realização do exame.
 Mamografia é a forma principal de detecção do câncer de mama, de acordo com 73% dos médicos.

Sintomas do Câncer de Mama
 Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, ou aspecto semelhante a casca de laranja. Secreção no mamilo também é um sinal de alerta. 
 O sintoma do câncer palpável é o nódulo (caroço) no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.
 Existe também um tipo raro de câncer de mama, chamado  doença de Paget.

Tratamento do Câncer de Mama
 Câncer de mama é bastante tratável se detectado precocemente.
 Apesar de ser o tipo mais comum entre as mulheres, o câncer de mama é responsável por menos mortes do que o de pulmão – as chances de uma mulher morrer por causa deste é de 1 em 20, contra 1 em 36 do câncer de mama.
 Isso se deve, em parte, porque o câncer de mama tende a ser detectado (em especial por meio de mamografia) em estágios mais iniciais e mais fáceis de tratar, diferentemente de câncer de pulmão ou de ovário, por exemplo.
 O temor em relação à doença se deve, assim, mais à exposição midiática do que ao risco de morte que ela causa.
 Por essa razão, as mulheres acima de 40 anos devem realizar a mamografia regularmente, em intervalos anuais. E, com a efetivação da Lei Federal nº 11.664/2008, em vigor a partir de 29 de abril de 2009, toda mulher brasileira tem direito a realizar pelo SUS sua mamografia anual a partir dessa idade.
  Estar acima do peso aumenta suas chances de ter câncer de mama em mais de 40%.
 De acordo com estudo citado pela Health, mulheres que ganharam de 9 a 13 kg após os 18 anos têm maior risco de desenvolver câncer de mama após a menopausa. Entre os médicos que participaram da enquete da revista, 78% recomendaram que os pacientes percam peso como forma de diminuir os riscos de se desenvolver a doença.
 Fundamental e insubstituível, a mamografia pode detectar microcalcificações agrupadas (in Situ), nódulos de mama em seu estágio inicial, quando não são percebidos na palpação do autoexame feito pela mulher ou pelo profissional de saúde. Por serem pequenos, esses nódulos têm menor probabilidade de disseminação e mais chances de cura.

USG das Mamas
 Como todo exame médico, a mamografia está sujeita a deficiências. Acredita-se que cerca de 10% dos casos comprovados de câncer de mama não sejam detectados na mamografia, principalmente em mulheres jovens, que têm a mama densa. A ultrassonografia pode auxiliar no diagnóstico quando associada à mamografia e pode ser muito útil para detectar lesões duvidosas.

O Seu  Dia Rosa
 Um dia por ano. Apenas um diazinho para você pensar no seu bem-estar, na sua saúde, em melhorar a sua qualidade de vida. A partir de hoje, todas as mulheres estão convidadas  escolher um dia por ano para olhar para si mesmas.

Referências




quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O Futuro do Nascer - Sala de Notícias



Muito interessante pensar que o "Fruto quando está maduro cai do pé..."

A criança deve nascer quando está pronta para isso, fisiologicamente falando, quando os hormônios indicam que o trabalho de parto deve iniciar.

Gestação e parto são processos naturais e não doença.

O amor, o cuidado e principalmente o respeito à mulher e à criança também são competências profissionais que devem ser avaliadas. Partejar é permitir que a mulher seja a condutora de seu parto porém com total segurança.

Vale a pena ver este vídeo!!
Diana

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Sempre me incomodou a ideia de se deixar um bebê chorando sem oferecer o consolo que ele necessita. A reportagem a seguir é muito interessante pois mostra a importância do acolhimento, do amparo para que  o bebê tenha um desenvolvimento físico adequado do cérebro. Fico aqui imaginando como não será importante este acolhimento para o perfeito desenvolvimento emocional da criança para que ela se torne um adulto pleno. 

Diana






A forma como o bebê é tratado pela mãe nos seus primeiros anos de vida poderá determinar se seu cérebro terá um bom funcionamento. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) comparou os cérebros de duas crianças de três anos de idade: de um lado, bem tratada por seus familiares, principalmente pela mãe; e de outro, negligenciada. O resultado da pesquisa mostrou que no caso da mãe que deu amor, carinho e se comportou como totalmente responsável pelo bebê, o cérebro dele cresceu plenamente. Enquanto que no caso oposto, quando a criança sofreu abuso ou foi maltratada, o cérebro mostrou-se menor e com pontos mais escuros, indicando que é menos desenvolvido.
— O desenvolvimento do circuito cerebral depende potencialmente de uma interação positiva entre a mãe e o bebê — apontou o professor do Departamento de Psiquiatria e Ciências Comportamentais da UCLA, Allan Schore, ao jornal britânico “The Telegraph”.
De acordo Schore, isto ocorre porque 80% das células cerebrais se desenvolvem na faixa dos 2 anos de idade, e se o processo de formação de conexões (sinapses) for prejudicado ou não for estimulado, o déficit poderá ser permanente. Ele ressalta que o bebê maltratado poderá ter sua inteligência afetada. Além disso, poderá crescer com menos empatia para com outras pessoas, mais propensão a ser viciado em drogas e a se envolver em crimes violentos. Ele ainda terá mais chances de ficar desempregado com frequência e de ter problemas de saúde e mentais. Esta descoberta, segundo o pesquisador, poderia ser um dos fatores a explicar, por exemplo, por que algumas gerações de famílias tendem a enfrentar um ciclo difícil de quebrar de falta de escolaridade, desemprego persistente, pobreza, vícios como o de álcool e drogas, assim como o envolvimento em crimes.
Maior risco de ansiedade e depressão
Em janeiro deste ano, a Escola de Medicina da Universidade de Washington publicou o primeiro estudo mostrando mudanças na anatomia cerebral no caso de crianças que tinham sido negligenciadas por seus pais. A pesquisa, publicada no periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences” (Pnas), apontou que crianças que foram bem cuidadas por suas mães nos primeiros anos de vida tinham o hipocampo do cérebro maior. Essa estrutura é fundamental para o aprendizado, a memória e a resposta ao estresse. Neste estudo, os pesquisadores analisaram as imagens dos cérebros de 92 crianças, revelando que aquelas que tinham recebido afeto e sido bem alimentadas tinham o hipocampo 10% maior que as crianças cujas mães tinham sido negligentes.
Chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa do Rio de Janeiro, Fábio Barbirato lembra que desde o século XVII estudos vêm tentando relacionar o desenvolvimento cerebral com o carinho dos pais. Ele lembra que já em 1621 o médico americano Richard Button apontou que crianças negligenciadas tinham mais propensão a sofrer de depressão e ansiedade. Barbirato diz que que os trabalhos ainda são inconclusivos, mas que este é um conhecimento já intuitivo da comunidade científica.
— Nada foi de fato comprovado, porque os estudos são ainda pouco amplos, foram feitos com um número reduzido de pacientes. Mesmo assim, na prática clínica, isto já é verificado. E em palestras já costumamos ressaltar para as mães a importância de cuidar bem de seus filhos — explicou Barbirato. — A nossa preocupação é, por exemplo, com as mães usuárias de crack ou com as crianças que perderam os pais.
Segundo o psiquiatra, a criança que não for bem tratada poderá, no futuro, apresentar, além de depressão e ansiedade, dificuldade de aprendizado e de relacionamento com outras pessoas. Barbirato explica que até os 5 anos o córtex pré-frontal ainda não está totalmente formado. E a falta de estímulos, como o carinho, pode prejudicar este crescimento.
— Até esta idade, estão se formando muitas sinapses no córtex pré-frontal. E seu desenvolvimento precisa de estímulos, que vêm do afeto — afirmou.


Fonte: Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/o-impacto-do-amor-6580249#ixzz2AvbIiJn4
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Marcha pela Humanização do Parto também em Jundiaí

Mulheres realizam Marcha pela Humanização do Parto em 05/08/2012

Marcha pela Humanização do Parto
Esse evento precisa de homens, mulheres, crianças.. todos estão convidados! Terminaremos com um mamaço, então as lactantes estão mais que convidadas!


Movimento quer chamar atenção da sociedade para a importância da humanização da assistência obstétrica no Brasil.
Mulheres a favor da humanização do parto realizarão um protesto no próximo domingo (5/8), na altura do Posto 9 da praia de Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. A marcha vai receber caravanas de mulheres do todo o Brasil e também vai ser realizada em outras cidades brasileiras, como Recife, Fortaleza, João Pessoa, Salvador, São Paulo, Araraquara, Florianópolis, Londrina e Brasília. A expectativa é reunir pelo menos mil mulheres em prol da causa.
A ideia da manifestação surgiu após a publicação de duas resoluções do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro que proíbem que gestantes contem com a assistência das chamadas acompanhantes profissionais (obstetrizes, doulas e parteiras) em hospitais e maternidades, e ameaçam de punição médicos-obstetras que acompanhem partos domiciliares ou deem retaguarda a parturientes com necessidade de remoção de parto em casa para o hospital.
A exemplo da Marcha do Parto em Casa, ocorrida no mês de junho, essa manifestação foi idealizada a partir da indignação de mulheres nas redes sociais em todo o Brasil, que acreditam que os direitos sexuais e reprodutivos da mulher devem ser respeitados. O objetivo principal desse movimento é chamar atenção da sociedade civil para uma questão mais abrangente, que afeta toda e qualquer mulher que foi ou pretende ser mãe através do sistema de saúde brasileiro, seja público ou privado.
As manifestantes classificam a decisão do Cremerj como arbitrária. O argumento é que as resoluções contrariam a Política Nacional de Humanização da Saúde, diretriz do Ministério da Saúde, além de evidências científicas que comprovam a melhoria da qualidade da experiência do parto e a redução de intervenções médicas desnecessárias quando um parto é assistido por doulas e obstetrizes. As resoluções também seriam contrárias ao próprio Código de Ética Médica, que fala do respeito à autonomia. “Capítulo I, inciso XXI – No processo de tomada de decisões profissionais, de acordo com seus ditames de consciência e as previsões legais, o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas”.
O Brasil ocupa a primeira colocação mundial em realização de cesarianas. As taxas desse tipo de cirurgia chegam a 52%, superando os 80% em hospitais privados e em alguns chegando a ultrapassar os 90%, em grande parte, sem uma real e justificável indicação clínica, quando o máximo recomendado pela OMS é de 15%. As manifestantes acusam o Cremerj de promover a perpetuação de um modelo violento, que tira o poder e o direito de escolha da mulher, violando assim, seus direitos reprodutivos. Diversos estudos demonstram que as altíssimas taxas de cesáreas em hospitais brasileiros não ocorrem a pedido das mulheres, uma vez que a maior parte delas demonstra preferência por parto normal, sendo conduzidas no decorrer da gestação a mudarem de opinião pelos próprios obstetras.

Posicionamento de outras entidades e andamento das ações

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro estuda pedir explicações ao Conselho Regional de Medicina (Cremerj) sobre as resoluções, pois considera a determinação ilegal por ferir o direito de decisão da mulher. A lei federal permite a escolha de qualquer pessoa para estar com ela na hora do parto, sem ressalvas. Em reunião, a Defensoria e o Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos decidiram instaurar dois procedimentos de instrução - um para cada resolução do Cremerj - para analisar o caso. Além disso, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública para anular a decisão.
O Conselho Federal de Medicina também se posicionou alegando que vai investigar o caso. O órgão se reúne na segunda semana de agosto e pode até vetar as determinações do colegiado fluminense.
Já o Ministério da Saúde, instância maior em Saúde Pública no país, reconhece o trabalho das parteiras e das doulas, garantindo, inclusive, dentro das ações desenvolvidas pelo programa Rede Cegonha, a capacitação e qualificação dessas profissionais para atendimento de parto humanizado pelo Sistema Único de Saúde.

Acompanhantes profissionais e evidências científicas
A participação de obstetrizes (profissionais formadas em curso superior de Obstetrícia) e doulas (acompanhantes profissionais de parto, responsáveis pelo conforto físico e emocional da parturiente durante o pré-parto, nascimento e pós-parto) integra o modelo de assistência obstétrica humanizado e centrado na mulher e tem demonstrado resultados até superiores ao esperado. De acordo com a base de dados em saúde Biblioteca Cochrane, em uma assistência promovida por obstetrizes há maiores chances de partos normais espontâneos e sem anestesia, além de maior sensação de controle durante o nascimento do bebê e mais facilidade para dar início ao aleitamento materno.
Em relação às doulas, 21 ensaios clínicos com mais de 15 mil mulheres mostraram que aquelas que receberam esse tipo de suporte relataram maior satisfação com a experiência do parto, tiveram menor duração do trabalho de parto e menor risco de cesariana, entre outras vantagens.

Reivindicações da Marcha
§ Que a mulher tenha o direito de escolher como, com quem e onde deve parir;

§ O cumprimento da Lei 11.108, de abril de 2005, que garante que a mulher tenha preservado o direito ao acompanhante que ela desejar na sala de parto;

§ Que a mulher possa ter o direito de acompanhamento de uma doula em seu trabalho de parto e parto;

§ Que a mulher, sendo gestante de baixo risco, tenha o direito de optar por um parto domiciliar planejado e seguro, com equipe médica em retaguarda caso necessite ou deseje assistência hospitalar durante o trabalho de parto;

§ Que a mulher tenha o direito de se movimentar livremente para encontrar as posições mais apropriadas e confortáveis durante seu trabalho de parto e parto;

§ Que a mulher possa ter acesso a métodos naturais de alívio de dor durante o trabalho de parto, que consistem em: massagens, banho quente, compressa, etc;

§ Um basta em relação à violência obstétrica e intervenções desnecessárias que consistem em: comentários agressivos, direcionamento de puxos, exames de toque em demasia, episiotomia (corte na vagina), etc;

§ Que haja fiscalização das altas taxas de cesáreas nas maternidades brasileiras e que as ações cabíveis sejam tomadas no sentido de reduzir essas taxas;

§ Que haja humanização também na assistência aos recém-nascidos, contra as intervenções de rotina;

§ Que a mulher que optar pelo parto domiciliar tenha direito ao acompanhamento pediátrico caso deseje ou seja necessário.

Sobre a escolha pelo parto domiciliar
A escolha pelo parto domiciliar nada mais é do que uma consequência natural de um sistema de saúde que não tem agradado. O crescimento e a curiosidade em torno dessa escolha têm evidenciado a insatisfação das mulheres em relação à assistência obstétrica atual brasileira, que não respeita a autonomia de mãe e bebê em um momento tão importante quanto o nascimento.
Há vários estudos comprovando a segurança do parto domiciliar. Um deles, realizado na Holanda, analisou quase 680 mil mulheres com gravidezes de baixo risco cujos partos foram atendidos entre 2000 e 2007 e que tiveram chance de escolher entre parto domiciliar ou hospitalar. Os resultados demonstraram que houve 0,15% de morte perinatal para o parto em casa e 0,18% para o parto hospitalar.
A pesquisa concluiu que um parto domiciliar planejado não aumenta os riscos de mortalidade e morbidade perinatal grave entre mulheres de baixo risco, desde que o sistema de saúde facilite esta opção através da disponibilidade de parteiras treinadas e um bom sistema de referência e transporte.


Deborah Trevizan
Jornalista/ Assessora de Imprensa
JORNAL BRASIL - matérias - Mulheres realizam Marcha pela Humanizaçao do Parto

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Relactação - com complemento pela sondinha


Aline e Maria Eduarda (Duda)

Hoje recebi um novo depoimento que me deixou muito emocionada. Aline e sua bebê Maria Eduarda estão no processo de relactaçao desde quinta-feira e hoje elas conseguiram com a sondinha e com o uso do bico de silicone que a "Duda" mamasse por 30 minutos. A seguir está o vídeo.

Nós conseguimos!!!!!!
Agora à noite Dudinha mamou por quase meia hora!!!!!!!
Com ajuda da sondinha e do bico de silicone, mas mamou!
Foi uma alegria indescritível!!!!!!
Sou muito grata à Roberta, que conversou muito comigo hoje e passa pela mesma situação, à Thiana, que se não fosse por ela muitas coisas ótimas não teriam acontecido... especialmente por ter me indicado a Diana, que foi um anjo que me ajudou e teve tanta paciência! Se não fosse por ela... eu não teria conseguido!
O caminho ainda é um pouco mais longo... pretendo tirar o bico de silicone logo mais (ela ainda não aceita o peito sem ele) e... assim que minha produção de leite voltar ao que era antes eu pretendo, se Deus quiser, tirar o NAN!
Obrigada obrigada!
Estou muito MUITO MUITO feliz!!! 

Aline

terça-feira, 24 de julho de 2012

ONG Amigas do Parto: O nascimento na Utopia

O  texto é um pouco longo, mas muito interessante! Em um momento da história em que se querem manipular (como o CREMERJ está fazendo), não permitindo que o natural seja feito, que o amor e o acolhimento aconteça, que o SER HUMANO venha em primeiro lugar. Não ao egoísmo descabido!!!!


ONG Amigas do Parto: O nascimento na Utopia: Janeiro de 2031 Como todos sabem, nosso país – a Utopia – é um território independente. Michel Odent, MD     Apesar de um nível cientí...

domingo, 22 de julho de 2012

Licença Maternidade, quais os seus direitos!





LICENÇA MATERNIDADE 



A licença maternidade é um direito de toda mulher que contribui para o INSS. Atualmente, a licença maternidade  prevê o pagamento do salário-maternidade durante quatro meses – ou seja, 120 dias

Contudo, há um projeto de lei que pode ampliar a licença maternidade para seis meses.
Ao contribuir para o INSS, toda mulher – seja ela trabalhadora com carteira assinada, temporária, terceirizada ou autônoma – poderá solicitar a licença maternidade ao ter um bebê. O pagamento é igual ao salário da mulher e deve começar 28 dias antes do nascimento ou após o parto.
licença maternidade de seis meses já é adotada por empresas vinculadas ao Programa Empresa Cidadã e por servidoras de órgãos públicos que tenham adotado os novos prazos. E, caso o projeto seja aceito, o prazo de180 dias será ampliado para todas as seguradas do INSS.

Porém, essa licença de 180 dias ainda não chegou a todas as gestantes que trabalham no setor privado, pois a lei prevê que a concessão dos salários dos dois meses extras é opcional para as empresas

O patrão que resolver aderir pode descontar a despesa dos meses extras do auxilio maternidade de 6 meses do seu imposto de renda.

A gestante tem direito ao Salário Maternidade pago pelo INSS, pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias. O pagamento do salário-maternidade das gestantes empregadas é feito diretamente pelas empresas, que são ressarcidas pela Previdência Social.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ampliação evita também doenças e mortes prematuras. Nos países escandinavos, o período de licença após o nascimento de um bebê é administrado pelos pais, com a possibilidade de que o homem ou a mulher dividam os meses que têm direito. Porém, apesar dessa flexibilidade, quem acaba invariavelmente ficando em casa são as mulheres.

Para dar início ao recebimento do benefício, as mulheres devem apresentar um atestado médico ou a certidão de nascimento do bebê. Além disso, em alguns casos também são exigidos a carteira de trabalho e o número do PIS.

LICENÇA AMAMENTAÇÃO



O auxílio à gestante não se resume ao salário maternidade. A mulher também tem o direito à amamentação até que o seu filho complete 6 (seis) meses de vida. São permitidos à gestante, durante a jornada de trabalho, dois descansos de meia hora cada um, que podem ser unidos para que a mulher que esteja amamentando possa chegar uma hora mais tarde ou sair uma hora mais cedo sem que essas horas sejam descontadas do seu salário ao final do mês (art. 396 da CLT).

Nas empresas em que trabalharem, no mínimo, 30 (trinta) mulheres, há a obrigação de fornecer lugar apropriado onde seja permitido às empregadas guardar, sob vigilância, seus filhos, no período de amamentação. Caso a empresa não possa instalar um berçário, poderá firmar convênios com creches ou cobrir as despesas com a creche utilizada pela empregada (art. 389 §1º da CLT).

O salário-maternidade é devido às seguradas empregadas, trabalhadoras avulsas, empregadas domésticas, contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais, por ocasião do parto, inclusive o natimorto, aborto  não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. O benefício pode ser solicitado pelo portal da Previdência Social na Internet, pelo telefone 135 ou nas Agências da Previdência Social, mediante o cumprimento das exigências legais.



Mas e o auxílio maternidade (termo hoje substituído por salário-maternidade) para quem nunca trabalhou? Para receber o auxílio, não há tempo mínimo de contribuição, porém é necessário ser contribuinte, mesmo que esteja desempregada. Se você nunca contribuiu e nunca trabalhou, não tem direito.



LICENÇA MATERNIDADE PARA MÃE ADOTIVA

O Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS) está elaborando um projeto que estende a licença-maternidade de 120 dias para as mulheres que adotam crianças de qualquer idade. De acordo com o instituto, estão sendo realizados estudos e cálculos de impacto para que a medida comece a valer.

Em maio/2012, a Justiça Federal de Santa Catarina determinou que o INSS concedesse licença-maternidade de 120 dias para as mães que adotarem uma criança ou adolescentes de qualquer idade. A determinação deve ser cumprida imediatamente e vale para todo o país. A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público Federal. O INSS informou que já entrou com recurso contra a decisão no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.

"É indispensável que a criança adotada possua um contato e uma intimidade nos primeiros meses de adoção, a fim de que possa se adaptar à nova vida e se adequar à nova família", afirmou o juiz Marcelo Krás Borges, da 1ª Vara Federal de Florianópolis, que determinou a sentença.

O INSS afirmou que já estava elaborando um projeto para estender a licença-maternidade para as mães adotivas antes mesmo da decisão da Justiça Federal.

A decisão determinou a suspensão do dispositivo da Lei de Benefícios (lei 10.421/02), em seu artigo Art. 392-A, que prevê 120 dias apenas para adoção de menores de 1 ano, 60 dias para crianças entre 1 e 4 anos e 30 dias para crianças entre 4 e 8 anos.

"Se o pai ou a mãe passar o dia no trabalho e não der a acolhida e o carinho necessários nos primeiros meses, é possível que a adoção não tenha sucesso, ficando o futuro da criança adotada perdido", afirmou Borges, na sentença.

Com a decisão da Justiça Federal, o INSS também terá que prorrogar o benefício, até que atinja 120 dias, das seguradas que já estão de licença por períodos menores. A multa em caso de descumprimento será de R$ 10 mil por dia.

Legislação

De acordo com a ação, até 2002 não existia dispositivo legal que garantisse expressamente direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade à mãe que adotasse uma criança.

Os direitos só foram reconhecidos formalmente com a lei nº10.421/02, que modificou o art.392-A da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que previa licença-maternidade somente para as mães biológicas, e acrescentou à lei nº 8.213/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social, o art. 71-A.

Com os novos ordenamentos jurídicos, mães de crianças de até 1 ano de idade teriam direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade até 120 dias, de 1 a 4 anos teriam o período de licença de 60 dias, e de 4 até 8 anos, os benefícios seriam limitados a 30 dias.

Em 2009, foi publicada a Lei 12.010/09 que revogou os períodos diferenciados da licença-maternidade. Mas, a nova lei de adoção criou uma contradição jurídica, pois não fez o mesmo com os prazos diferenciados para concessão do salário-maternidade previstos no artigo 71-A da Lei 8.213/91.

Como a revogação não foi expressa, o INSS continua concedendo diferentes períodos de salário-maternidade às mães adotivas. (Do G1, em São Paulo -11/06/2012).

 Aqui fica o link para a Cartilha da Mãe Trabalhadora que Amamenta.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

PROJETO HUMANIZAÇÃO DO PARTO NO ISEA

 

O parto humanizado pode ser feita também no âmbito hospitalar, depende no entanto do interesse dos profissionais que atuam na área!
               

Parto Domiciliar no Programa Mulheres da Gazeta

 
Esta semana houve grande mobilização pelo parto humanizado, pelo parto domiciliar e contra a cesárea eletiva sem necessidade. Ser informada e poder escolher é fundamental para que o nascimento do bebê esteja envolvido no maior respeito pela vida e pelo ser humano. Respeito pela mulher e pelo bebê.


             


Diana

sexta-feira, 8 de junho de 2012



Postura e posições para amamentar

Muitas mães me perguntam sobre a melhor posição para amamentar, e a resposta é simples: a melhor posição deve priorizar o conforto da mãe e do bebê, a recomendação é “barriga com barriga”, pois assim, além do bebê ficar bem aconchegado também fica bem posicionado. Mas algumas recomendações são fundamentais para o êxito da amamentação.
1.    Amamentar não dói e não machuca.
2.   Não existe leite fraco. Existe leite anterior – rico em água e lactose (que hidrata, sacia a sede, mas não engorda) e leite posterior – rico em gordura (que alimenta, saciando a fome e fazendo o bebê engordar).
3.    1/3 do leite é produzido no intervalo das mamadas (leite anterior) e os outros 2/3 durante a mamada (leite posterior).
4.    O leite é produzido de acordo com as necessidades do bebê, nos primeiros dias Colostro (rico em imunoglobulinas, a primeira vacina do bebê), depois passa por uma transição e se transforma em leite maduro por volta do 10º dia de vida.
5.    Se o bebê nascer prematuro o leite materno se adéqua as suas necessidades de proteínas e calorias.
6.    O bebê passa por picos de crescimento e fases de desenvolvimento, e nestes períodos ele mama com mais frequência para aumentar o aporte de produção de leite pois precisará de mais a calorias, da mesma forma que observamos com frequência entre os adolescentes na época do estirão.

Então vamos agora nos focar as posições!

Entendamos por posição a forma como o bebê é colocado para mamar e postura a forma como a mãe se posiciona para amamentar.

O normal é passar muitas horas amamentando durante um dia e, por isso, é preciso buscar formas cômodas para não chegar ao final do dia com dores nas costas e nos ombros. A nutriz pode se utilizar de almofadas, cadeiras de balanço ou sofás com braços, como também poderá amamentar deitada para encontrar a forma mais cômoda para amamentar. Ter sempre por perto água ou suco, pois ao iniciar a amamentação poderá muita sede, o que é normal e deve ser saciada.