quinta-feira, 22 de março de 2012

a Doula Nutri: Chupeitando o seio materno - por Simone de Carvalh...

Recomendo esta leitura, pois é muito esclarecedora !

a Doula Nutri: Chupeitando o seio materno - por Simone de Carvalh...: google imagem É curioso ouvir que os bebês "chupeitam" o seio materno. Essa afirmação que é antiga, um dito popular, que aparece em mu...

domingo, 18 de março de 2012

Roda de Amamentação

Olá meninas, nosso encontro desta semana será na quarta-feira dia 21/03/2012 das 9h30m as 11h30m. 
É um espaço onde estarei a disposição para falarmos sobre dúvidas, dificuldades, orientações, benefícios, importância do aleitamento materno. TUDO sobre o tema. 
Contribuição de R$ 10,00.

No espaço Gerar e Nascer Humanizado em Jundiaí
Endereço: Rua Silva Jardim, 579 



Por favor confirmar a presença com a 
Thiana 11 7702 7008 .:. ID 55*89*101299 .:. 6054 1180


A seguir um link que sobre a importância da amamentação

Aguardo vocês 
Diana

Não deixe seu bebê chorando!

Se seguirmos nosso instinto maternal, nunca deixaremos nosso bebê chorando sem procurar atendê_lo. Porém deixamos que conceitos sociais nos influenciem e começamos a acreditar que o melhor lugar para o bebê é no berço e não no nosso colo. Mas será que este conceito procede? 


A natureza é sábia, e quando olhando outros mamíferos não vemos a mãe "abandonar" a sua cria a chorar sem oferecer ao menos o peito para que ele se alimente, quando o mesmo não "lambido" e colocado bem próximo ao corpo materno. Porque pela nossa "racionalidade" agimos diferente?


Hoje existem vários estudos mostrando como é importante para o recém-nascido ficar muito próximo a sua mãe, ser ninado, acariciado...pois assim é a natureza. A verdadeira natureza do ser!!




Pois:"O choro é o único mecanismo que os lactentes tem para nos comunicar sua sensação de mal estar, seja qual for a razão do mesmo; nas suas expectativas, no seu continuum filogenético não está previsto que este choro não seja atendido, pois não tem outro meio de avisar sobre o mal estar que sentem, nem podem por si mesmos tomar as medidas para resolvê-lo."






ONG Amigas do Parto: Maternidade: Não deixe seu bebê chorando!: Josie Zecchinelli   No site Aleitamento.com encontrei este texto, datado de março de 2005, sobre a importância de r...

sábado, 10 de março de 2012

Adoção


Adoção



Quando engravidamos, sentimos um misto de alegria e medo, mas sabemos que por 9 meses estaremos nos preparando para a maternidade. Nosso corpo se modifica pouco a pouco, primeiro os seios, depois a barriga e assim cada dia o nosso bebê se desenvolve e cresce dentro de nós. Nosso útero é acolhedor, aconchegante, nossa voz e toque, amor e carinho e assim...devagarinho...nos transformamos em MÃE.
E, quando não há esta transformação física, não há o período gestacional e nem o parto...mas, chega a nós um filho, tão esperado como se fosse gestado. A mulher que por diversas razões que aqui não vem ao caso, não tem como conceber seu filho e através de outra mulher que também por razões que não nos compete julgar, deu a luz a uma criança com a qual não tem poderá vivenciar o processo materno. E, assim oferece àquela uma oportunidade bendita de ser MÃE.
O que é preciso? Quanto amor???
O mesmo amor de gestar, de querer com re refere Laura Gutiman em seu livro Matenidade o encontro com sua sombra “...Muitos adultos adotantes reconhecem que passaram pó um experiência sutil, mas muito clara e bem definida quando encontram o filho. É como se estivessem respondendo ao chamado específico da criança; e ao acudirem, guiados por seus sinais, comprovam que estavam em sintonia com ela ainda antes do encontro efetivo...”
Quem já presenciou um encontro assim, vai concordar com Laura Gutman. Eu tive a benção de presenciar um encontro de amor assim...onde não houve gestação...mas um olhar de gratidão da mãe que gerou ao entregar seu bebê para mãe que a partir daquele exato momento ela acabava de se tornar...algo tão mágico, que a gestação se fez na acolhimento em seus braços, no beijo em seu rostinho, no abraço de seu marido que também neste instante se tornou PAI.
Neste instante mágico de amor, ao afagar o pequeno bebê, que tranquilamente se aninhou nos braços amorosos de sua Mãe de Amor.
Nada tão importante como o amor para recebê-lo. Doações de materiais vieram de todos os lados, um bercinho daqui, roupinhas dali, mamadeira e leite de acolá, E ao chegar em casa, com o pequenino ser, tudo se transformará na mais bela certeza de que este filho lhe era reservado por mãos Divinas.
Um encontro assim, guiado por uma força maior que rege o Universo, foi tecido em sonho, quando se escolhia o nome para o filho que um dia haveria de ter e o sonho de um ente querido que em que se apresentou revelando a família espiritual e carnal a qual pertenceria.
Dedico este singelo relato à Rita de Cássia e Démerson e ao nosso pequeno Bruno.
Minha gratidão à todas as mães biológicas que por razões que não tenho como entender, dão a oportunidade  para que outras mulheres sejam Mãe de Amor, mãe que cria, que cuida, que educa, que vê crescer, mãe que deixa de adotiva para ser a mãe verdadeira do coração.

Diana Cintra Freire Infanti.